Um pouco de esperança


Por Marly Araújo, 42 anos

“O GAMAH começou na sala de espera do HUB, quando em conversas nos corredores do hospital, descobrimos que tínhamos as mesmas dificuldades nas nossas atividades domésticas. Então, resolvemos criar um grupo.

A primeira reunião foi na minha casa. Fiquei com medo de começar uma coisa que depois poderia ser motivo de frustração para todas.

Mas não podemos perder a esperança nunca. Por mais difícil que seja, vamos continuar. Sabemos qeu no final venceremos, que somos capazes e que encontraremos pessoas dispostas a nos apoiar.

Aprendemos muito entre nós. E, de fato, o que mais conta é o apoio do grupo quando passamos por um momento difícil. Isso tem sido fundamental em nossa recuperação, em mantar nossa esperança na vida, em ter vontade de vencer o preconceito e vencer o medo de que alguém descubra nossa doença.

O grupo não conta com nenhum apoio governamental, nem de profissionais voluntários de saúde. Porém, quando chega um novo participante temos que conversar muito, porque a maioria chega aqui com depressão, achando que a vida acabou, pois perderam o emprego, os amigos e, muitas vezes, até a família.

No GAMAH, essas pessoas reencontram a esperança. É isso o que queremos levar para elas.”

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